No varejo físico brasileiro, a venda acontece no contato direto entre produto, espaço e consumidor.
Displays e expositores personalizados são ativos operacionais, não peças decorativas.
Quando corretamente especificados — material, ergonomia, layout e mensagem — eles aumentam giro, reduzem atrito na compra e melhoram o aproveitamento do espaço de loja, conforme boas práticas amplamente difundidas por SENAI, SEBRAE e órgãos técnicos nacionais.
O papel do display no varejo brasileiro
Segundo estudos do SEBRAE, o ponto de venda influencia diretamente a decisão do consumidor, especialmente em categorias de compra recorrente e por conveniência.
A organização visual, a facilidade de acesso ao produto e a clareza da informação impactam o tempo de permanência e a conversão.
Além disso, o IBGE reforça a relevância do varejo físico no consumo nacional, o que torna a otimização do espaço um fator estratégico para competitividade.
Por que displays personalizados vendem mais
Vendem ou apoiam a venda, pelo menos.
Adequação ao layout real da loja
Projetos sob medida respeitam metragem, fluxo de circulação e mix de produtos. Isso evita gargalos e melhora a leitura do sortimento.
Ergonomia e usabilidade
O SENAI destaca que altura de pega, alcance visual e esforço físico influenciam diretamente a experiência do usuário em ambientes comerciais.
Comunicação objetiva no PDV
Displays eficientes trabalham com uma mensagem clara: benefício principal, diferenciação e preço visível.
Tipos de displays e aplicações práticas
Abaixo, os principais tipos de displays expositores personalizados.
Displays de chão
Indicados para campanhas sazonais, alto giro e lançamentos. Funcionam bem em corredores principais e áreas de impacto visual.
Displays de balcão
Muito utilizados em checkouts para estimular compras por impulso. Devem ser compactos, com fácil reposição.
Expositores modulares
Recomendados para varejistas que alteram frequentemente o mix. Permitem reconfiguração sem substituição total da estrutura.
Displays iluminados
Aplicáveis em ambientes com alta concorrência visual, reforçando visibilidade e percepção de valor.
Materiais mais utilizados e critérios técnicos
A seguir, tabela comparativa entre os melhores materiais para fabricar um display expositor:
Material | Aplicação comum | Considerações técnicas |
|---|---|---|
MDF / Madeira | Lojas especializadas e premium | Resistência e acabamento; maior peso |
Metal | Supermercados e atacarejo | Alta durabilidade e estabilidade |
Acrílico | Cosméticos e eletrônicos | Transparência e leveza; risco de riscos |
Papelão estrutural | Ações promocionais | Baixo custo e menor vida útil |
Ergonomia, segurança e normas
Projetos devem considerar:
Estabilidade estrutural
Ausência de arestas cortantes
Altura compatível com alcance médio do consumidor
Esses critérios estão alinhados a diretrizes do INMETRO e normas da ABNT, especialmente em ambientes de grande circulação.
Indicadores de desempenho no PDV
Para avaliar a eficiência de um expositor, recomenda-se acompanhar:
Giro por metro linear
Vendas incrementais durante a campanha
Taxa de ruptura
Tempo médio de exposição do produto
O SEBRAE recomenda o acompanhamento contínuo desses indicadores como parte da gestão do varejo físico.
Fonte: recomendações de gestão do SEBRAE.
Sustentabilidade e materiais
O uso de materiais recicláveis e reaproveitáveis está alinhado às diretrizes nacionais de economia circular, defendidas pelo Ministério do Meio Ambiente. Displays sustentáveis são cada vez mais utilizados pelo varejo.
Galeria – sugestões de imagens (placeholder)
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Display de chão personalizado para supermercado
Expositor metálico para alto giro
Display de balcão para checkout
Expositor modular reconfigurável
Display iluminado com LED
Expositor sustentável em papelão
Display promocional sazonal
Expositor para bebidas
Display técnico para lançamentos
Expositor com comunicação de preço clara
Dúvidas frequentes
Displays personalizados são viáveis para pequenos varejistas?
Sim. O SEBRAE recomenda soluções sob medida justamente para melhor aproveitamento de espaços reduzidos.
Qual material oferece melhor custo-benefício?
Depende do tempo de uso e do tipo de produto. Metal e MDF têm maior durabilidade; papelão atende ações temporárias.
Há normas obrigatórias?
Sim. Segurança e estabilidade devem seguir orientações do INMETRO e ABNT.





















